sábado, 8 de junho de 2013


Abaixo-assinado PEC 534/2002-Ampliação das competências das Guardas Municipais

VAMOS COLABORAR PARA A PROMUGAÇÃO DA PEC 534/02 QUE PASSARA A TER A SEGUINTE REDAÇÃO:


As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional:

Altera o art. 144 da Constituição Federal, para dispor sobre as competências da guarda municipal e criação da guarda nacional.

Art. 1º O § 8º do art. 144 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art.144..............................................................................................................
§ 8º Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de suas populações, de seus bens, serviços, instalações e logradouros públicos municipais, conforme dispuser lei federal.
......................................................”(NR)

Art. 2º O art. 144 da Constituição Federal passa a vigorar acrescido do seguinte § 10:

“Art.144.............................................................................................................
§ 10. Compete à União criar, organizar e manter a guarda nacional, com atribuição, além de outras que a lei
estabelecer, de proteger seus bens, serviços e instalações.”


Assine já: Link: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=pec534


sexta-feira, 7 de junho de 2013

Kireff dá apoio a Núcleo de Segurança
22/05/2013



O prefeito Alexandre Kireff esteve hoje (22 de maio) na ACIL e participou da reunião quinzenal do Núcleo Permanente de Segurança Pública de Londrina. O principal objetivo do Núcleo é unir esforços em prol da segurança na cidade e região. Participam desse trabalho voluntário representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, ACIL, APP-Londrina, Clube de Engenharia e Arquitetura (CEAL) Sociedade Rural do Paraná, Sinduscon, Ministério Público, Poder Judiciário e Câmara de Vereadores.
Ao apresentar o planejamento estratégico do Núcleo de Segurança, o empresário Marcelo Bisatto Cardoso, diretor da ACIL, afirmou que duas ações estão sendo priorizadas: a criação do CIOSP (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública) e a campanha Não dê chance ao crime.
O CIOSP vai unificar as ações das polícias (Militar, Civil, Federal, Ambiental, Bombeiros e Guarda Municipal) e colocar a tecnologia a serviço da segurança em Londrina. A ideia básica do projeto, segundo o presidente da ACIL, Flávio Montenegro Balan, consiste em compartilhar em um só local as imagens de câmeras espalhadas por toda a cidade (e que pertencem à Guarda Municipal). “Dessa forma, a integração vai proporcionar mais eficiência na prevenção e na repressão da criminalidade”, disse Balan.
O arquiteto André Sell, do CEAL, é o responsável pelo projeto do CIOSP. Durante a reunião do Núcleo, Sell apresentou a Alexandre Kireeff as características gerais do prédio, que deverá ter dois andares e ocupar uma área no 5º Batalhão da Polícia Militar (zona sul de Londrina).
Na próxima semana, devem ser concluídos os primeiros vídeos da campanha educativa “Não dê chance ao crime”, com orientações sobre segurança pessoal e patrimonial dirigidas à população de Londrina. A campanha está sendo produzida pela APP (Associação de Publicidade e Propaganda) e será veiculada nas principais emissoras locais de televisão.
Ao final da reunião, Kireff elogiou a iniciativa e garantiu apoio político e técnico para as ações planejadas. “O trabalho do Núcleo de Segurança é um presente para Londrina. Através da Secretaria Municipal de Defesa Social, a Prefeitura vai se integrar às forças da segurança e colaborar na instalação do CIOSP.”


Audiência Pública sobre Segurança Pública




A Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Londrina, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público, considerando que o índice de violência em Londrina é superior aos de grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo; que o Rio de Janeiro fechou o ano de 2012 com o índice de 17 mortes por 100 mil habitantes, São Paulo de 10,3 e Londrina de 22,2; que o índice de Londrina é maior do que o dobro do preconizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o qual é de 10 mortes; que no ano de 2012, em Londrina, houve crescimento de 17% em relação ao índice de homicídios de 2011; que o aumento da quantidade de presos no Brasil, na ordem de 350% (Fonte ICPS) entre 1992 e 2012, configura um dos mais altos índices de progressão de encarceramento do mundo; e que, assim, torna-se de alta relevância ampla discussão sobre Segurança Pública; convocou audiência pública que se realizou no dia 16 e 17 de maio. A Guarda Municipal de Londrina sempre zelosa quanto à segurança publica, estava presente na busca da solução em nosso município.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Krokodil

Krokodil é uma droga russa fabricada a partir da desomorfina. O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, uma vez que a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas como a de um crocodilo.
Krokodil é um substituto para uma droga de alto valor, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.
A primeira aparição desta droga foi na Sibéria, em 1992. Seu consumo tem aumentado cada vez mais pois ela é uma alternativa barata à heroína.
Seus efeitos colaterais são bizarros. Ela causa necrose no local onde é aplicada, expondo ossos e músculos. Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns.
Largá-la é uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês.
A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.
Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa? O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.
Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do “fogão para a veia”, causando estragos irreparáveis no corpo dos usuários.




I-doser



O I-doser promete proporcionar sensações únicas.
I-doser é um site que disponibiliza várias drogas. Através de arquivos de áudio são provocadas nos ouvintes sensações semelhantes as das drogas.

Ainda que pareça estranho, é comum na internet a frase “clique aqui para se drogar”, onde o usuário procura simulação para obter sensação da vida real. Por meio de batidas musicais, os efeitos do ópio, da cocaína e da maconha são simulados causando sensação de alucinação, euforia e sedação no usuário, isto ocorre devido às ondas sonoras que ativam algumas áreas do cérebro.

Fazendo o download da droga, o usuário a experimenta quando desejar, sendo que cada arquivo apresenta de quinze a quarenta e cinco minutos (quinze minutos é equivalente a nove doses) e é ouvido somente uma vez, são utilizadas com fone de ouvido em local silencioso. As doses estão agrupadas em categorias, como, por exemplo, doses espirituais até sexuais.

Segundo especialistas os efeitos desta droga e a dependência não estão muito claros, apesar de serem perigosas e se tratarem, de certa forma, de uma hipnose, uma vez que a consciência do usuário é manipulada.

Crack


O crack é preparado a partir da extração de uma substância alcaloide da plantaErythroxylon coca, encontrada na América Central e América do Sul. Chamada benzoilmetilecgonina, esse alcaloide é retirado das folhas da planta, dando origem a uma pasta: o sulfato de cocaína.  Chamada, popularmente, de crack, tal droga é fumada em cachimbos.

Cerca de cinco vezes mais potente que a cocaína, sendo também relativamente mais barata e acessível que outras drogas, o crack tem sido cada vez mais utilizado, e não somente por pessoas de baixo poder aquisitivo, e carcerários, como há alguns anos. Ele está, hoje, presente em todas as classes sociais e em diversas cidades do país. Assustadoramente, cerca de 600.000 pessoas são dependentes, somente no Brasil.

Tal substância faz com que a dopamina, responsável por provocar sensações de prazer, euforia e excitação, permaneça por mais tempo no organismo. Outra faceta da dopamina é a capacidade de provocar sintomas paranoicos, quando se encontra em altas concentrações.

Perseguindo esse prazer, o indivíduo tende a utilizar a droga com maior frequência. Com o passar do tempo, o organismo vai ficando tolerante à substância, fazendo com que seja necessário o uso de quantidades maiores da droga para se obter os mesmos efeitos. Apesar dos efeitos paranoicos, que podem durar de horas a poucos dias e pode causar problemas irreparáveis, e dos riscos a que está sujeito; o viciado acredita que o prazer provocado pela droga compensa tudo isso. Em pouco tempo, ele virará seu escravo e fará de tudo para tê-la sempre em mãos. A relação dessas pessoas com o crime, por tal motivo, é muito maior do que em relação às outras drogas; e o comportamento violento é um traço típico.
Neurônios vão sendo destruídos, e a memória, concentração e autocontrole são nitidamente prejudicados. Cerca de 30% dos usuários perdem a vida em um prazo de cinco anos – ou pela droga em si ou em consequência de seu uso (suicídio, envolvimento em brigas, “prestação de contas” com traficantes, comportamento de risco em busca da droga – como prostituição, etc.). Quanto a este último exemplo, tal comportamento aumenta os riscos de se contrair AIDS e outras DSTs e, como o sistema imunológico dos dependentes se encontra cada vez mais debilitado, as consequências são preocupantes.

Superar o vício não é fácil e requer, além de ajuda profissional, muita força de vontade por parte da pessoa, e apoio da família. Há pacientes que ficam internados por muitos meses, mas conseguem se livrar dessa situação.

Heroína




A heroína é uma droga derivada da papoula, sintetizada a partir da morfina: substância bastante utilizada no século XIX pelas suas propriedades analgésicas e antidiarreicas. Como outras drogas originárias desta planta, a heroína atua sobre receptores cerebrais específicos, provocando um funcionamento mais brando do sistema nervoso e respiratório. 

Descoberta sua potencialidade em causar dependência química e psíquica de forma bastante rápida, sua comercialização foi proibida na década de vinte. Entretanto, principalmente no sudeste asiático e Europa, essa substância é produzida e distribuída para todo o mundo clandestinamente. 

Apresentando-se em sua forma pura como um pó branco de coloração esbranquiçada, é utilizada mais frequentemente de forma injetável, após aquecimento. Além disso, alguns usuários a inalam ou aspiram. 

Seus efeitos duram aproximadamente cinco horas, proporcionando sensações de bem-estar, euforia e prazer; elevação da autoestima e diminuição do desânimo, dor e ansiedade. 

Como esta droga desenvolve dependência e tolerância de forma bastante rápida, o usuário passa a consumi-la com mais frequência com o intuito de buscar o mesmo bem-estar provocado anteriormente, e também de fugir das sensações provocadas pela abstinência. Essa, que surge aproximadamente vinte e quatro horas após seu uso, pode provocar diarreia, náuseas, vômitos, dores musculares, pânico, insônia, inquietação e taquicardia. 

Assim, formas de obtê-la passam a ser o foco de suas vidas, gerando consequências sérias. Constantes vômitos, diarreias e fortes dores abdominais, perda de peso, depressão, abortos espontâneos, surdez, delírio, descompassos cardíacos, incapacidade de concentração, depressão do ciclo respiratório, colapso dos vasos sanguíneos; além de problemas relacionados às interações sociais e familiares são algumas consequências que o usuário está sujeito, em médio prazo. Além disso, no caso de pessoas que a utilizam na forma injetável, há chances de ocorrer necrose de tecidos e de se adquirir diversas doenças, como AIDS, hepatites e pneumonias, em decorrência da utilização de seringas compartilhadas. 

A maioria dos casos de morte por overdose é consequência de paradas respiratórias decorrentes de seu uso prolongado, ou de uso concomitante com outras drogas.