quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Londrina conta com tecnologia de monitoramento HD
Expedição visitou a cidade e levantou pontos positivos acerca do sistema de segurança
Mie Francine Chiba

Londrina possui 182 câmeras em operação, cujas imagens podem ser vistas por meio de 26 monitores em uma sala no Centro Cívico



Uma expedição que teve início em 2011 circulando em diversas cidades brasileiras, inclusive Londrina, com um "carro laboratório" que avalia o sinal de internet, retornou ao Paraná este ano para visitar as centrais de monitoramento de câmeras de segurança dos municípios. O objetivo, desta vez, é avaliar as tecnologias que estão sendo utilizadas pelas principais cidades do País a serviço da Segurança Pública. 

A expedição, realizada pela WDC Networks, uma distribuidora de equipamentos de segurança, observa pontos como a infraestrutura do monitoramento de segurança nas cidades, os diferentes órgãos envolvidos no projeto de segurança pública (Polícia Civil e/ou Metropolitana, Companhia de Trânsito, entre outros), a quantidade de câmeras de segurança instaladas e a escolha dos locais para implantação destas câmeras. A equipe esteve novamente em Londrina na semana passada, quando visitou o Grupo de Comunicação e Monitoramento (Gcom) do município. A avaliação foi positiva. 

Londrina possui 182 câmeras em operação, cujas imagens podem ser vistas por meio de 26 monitores em uma sala no Centro Cívico. Outras 36 aguardam instalação. As câmeras, fixas e móveis, possuem alta definição. O técnico em eletrônica Leonardo Ribeiro, gerente da expedição, disse ter ficado "surpreso" com a infraestrutura da central. "Fiquei surpreso com o nível de tecnologia usada. Está muito acima de grandes cidades." A expedição já visitou cerca de 20 cidades este ano e, para Ribeiro, Londrina está entre as melhores. 

Ele destacou as câmeras de alta definição e a gestão das imagens. Com resoluções de 1280x800p e 1280x720p, as câmeras utilizadas pelo grupo permitem zoom de até 36x sem distorções consideráveis. 

As imagens são transmitidas via IP (Internet Protocol), em parceria com a Sercomtel, que possui capilaridade de fibra ótica e presença em vários pontos da cidade. A transmissão via IP, feita por fibra ótica, é mais estável e livre de interferências, afirma o gerente da área de Planejamento da Sercomtel, Hans Muller. 

O software utilizado pelo sistema, segundo o supervisor do Gcom, André Marcelo de Almeida, esteve por seis anos consecutivos posicionado como o melhor entre aqueles com a mesma finalidade. Todo o seu potencial, entretanto, ainda não é utilizado, segundo ele. 

Inteligência
Uma licença para outro software integrado, que permite automatizar e acrescentar inteligência ao sistema, já foi adquirida, entretanto, carece de infraestrutura de banco de dados para operar. 

Segundo explica Almeida, este software adicional permitiria que o sistema trabalhasse com reconhecimento facial, leitura de placa de carros, contagem de pessoas e de veículos e alertasse os operadores do Gcom para situações de risco. Outro recurso é a possibilidade de traçar uma linha virtual sobre locais de acesso restrito nas imagens, programando o sistema para avisar os operadores caso este limite seja ultrapassado. 

A automatização do sistema pode ajudar a lidar com o problema de falta de pessoal na central de monitoramento, uma vez que, atualmente, apenas de três a cinco pessoas da Guarda Municipal monitoram as imagens do sistema. "Uma pessoa é capaz de monitorar 16 câmeras, mas depois de oito minutos esse número cai para 50%", observa Almeida. 

O grupo opera com servidores que totalizam 110 Terabytes de armazenamento. Em hardware e software foram investidos cerca de R$ 4 milhões. Na opinião de Leonardo Ribeiro, da WDC, mais que câmeras de segurança e monitores, centros de monitoramento como o de Londrina necessitam de operadores e de software de gestão de imagens com inteligências que permitem automatizar o processo. 


Discurso cultural e dominante a favor do assassinato das instituições Guardas Municipais camuflando sua realidade em favor dos interesses de uma classe dominante.






Este discurso cultural e dominante a favor do assassinato das instituições Guardas Municipais camuflando sua realidade em  favor dos interesses  de uma classe dominante, é um  suicídio assistido velado com liminares e recomendações.
É assustador estas decisões contra as Guardas Municipais via Ministério público em beneficio de grupos corporativistas, ação de bajulação em  servir aos desejos dominantes,  enraizados. A não regulamentação  interessa  a muitos, pois passa ano entra ano, modifica-se isso ou aquilo e os Guardas vão sendo cozinhada pelo Lobby  corporativistas, a manutenção da insegurança jurídica  é um campo fértil de ingerências e  se arrasta a 10 anos.
Os argumentos em pró, consiste em propor alternativas extremas de suicídio coletivo a  instituições na qual estão passando por processo avançado de regulamentação.
Preocupa o silêncio do Ministro da Justiça do Conselho Nacional e dos órgãos de representação de classe.
A ação aos interesses particulares de alguns grupos dominantes utilizam a inteligência de sua maquina para a coalizão dominante e deseja,  sempre orquestrada, organizada.
Todos assistem  passivos a eutanásia ao doente,  isto é um lamentável ,engano desses que faz  uma leitura social e jurídica baseado no modelo  exclusivista de uma classe dominante, mata as instituições e sacrificam a sociedade .
É  razoável e de  senso comum que a regulamentação virá mesmo com a omissão, lentidão, inercia  dos poderes constituídos e que este é um momento de dialogo e não de matar o  paciente terminal que esta preste a receber seu registro de nascimento.
Os  130 mil agentes de segurança pública nas mais diversas áreas de prestação de serviço por este Brasil assisti admirado, estupefato, espantado com as recentes decisões do Ministério Público.
Há motivos sérios  para preocupação deste assassinato  assistido constituem uma hipocrisia e uma falsa "compaixão" que procuram a via fácil do ministério público, egoísta e cômoda para resolver os problemas, procurando o vazio jurídico para satisfazer a vontade de aniquilar as Guardas Municipais, em vez de sacrificar-se  e encarar de frente as barreiras do entendimento jurídico e levar as mesas esta regulamentação aprovada, boa ou ruim, completa ou incompleta, remédio milagroso e final que alimentará nossas comunidades carente de prestação de serviços em segurança pública.
Mas possivelmente o que mais querem ocultar é o egoísmo das saudáveis instituições  presentes em que pese o modelo doente, caro e falido,  a sociedade não pode perder o sentido ou a consciência do valor incondicional da pessoa humana e seus interesses básicos por uma mentalidade criadora definitiva se trata de construir uma civilização em pró da pessoa e não contra ela. 
Nesta seara dos mestres e sábios o melhor é que a categoria se organizasse para responder em uma paisagem social e jurídica o espaço onde as Guardas Municipais se encontram de fato, sua regulamentação não é um favor e sim um direito da sociedade Brasileira que clama por segurança e um trabalho direcionado das incivilidades em nossas cidades.
A conduta inofensiva das palavras  no texto do substitutivo está sujeita aos rigores do enquadramento dos aproveitadores e políticos  sem conhecimento, as mudanças objeto de críticas contundentes por sua excessiva imprecisão  tem um  potencial de gerar interpretações amplas que poderão dificultar  o objetivo de colocar as Guardas Municipais no rol da segurança pública, a luta ainda terá muitos capítulos mesmo após aprovação deste substitutivo.
Mauricio Maciel.


fonte:http://amigosdaguardacivil.blogspot.com.br/2013/08/discurso-cultural-e-dominante-favor-do.html?spref=fb

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Barbosa e ex-secretários são condenados por improbidade


Sentença é a primeira condenação do ex-prefeito Barbosa Neto; ele ainda pode recorrer ao TJ

Para juiz, houve simulação da licitação para definir empresa responsável pelo curso da Guarda Municipal; réus negam irregularidades

O ex-prefeito de Londrina Barbosa Neto (PDT), os ex-secretários de Gestão Pública Marco Cito e de Defesa Social Benjamin Zanlorenci Júnior (que hoje é assessor comissionado da Câmara nomeado pela presidência), o servidor público Wagner Trindade, o Delmondes & Dias e seu representante Cleiton Severino Dias foram condenados por improbidade administrativa por fraude na licitação para a contratação do curso de formação de guardas municipais em 2010. A sentença, proferida ontem pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Marcos José Vieira, é a primeira condenação do ex-prefeito, que responde a outras seis ações por irregularidades em seu mandato à frente da prefeitura (2009-2012). Cabe recurso ao Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná. 

Para o juiz, ficou comprovada a simulação da licitação para a contratação da Delmondes por quase R$ 300 mil em abril de 2010, conforme ação movida em agosto de 2011 pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público. Na época a Câmara também investigou a fraude por meio de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI). Uma das principais provas é o fato de o curso de formação dos guardas ter começado em 5 de abril daquele ano, ministrado por policiais militares. O pregão presencial foi publicado apenas em 22 de abril e a ordem de serviço para a Delmondes foi assinada em 24 de maio, ou seja, 50 dias após o início do curso. "Se o curso de formação já estava sendo ministrado por policiais desde 5.4.2010 parece evidente que a licitação posteriormente deflagrada em 22.4.2010 com o mesmo propósito tinha objeto simulado", escreveu Vieira. 

No processo – em suas defesas e mesmo nos depoimentos perante o juiz, os réus tentaram justificar o "atraso" de 50 dias, afirmando que as atividades desenvolvidas neste período "consistiram meras palestras expositivas estranhas à grade curricular, realizadas apenas para ocupar o tempo dos alunos". Porém, várias testemunhas, incluindo o capitão Marcos Ginotti Pires, coordenador do curso, ressaltou que não tinha qualquer relação contratual com a Delmondes. A empresa apenas fez o repasse dos honorários aos policiais que ministraram as aulas. 

Além disso, em linhas gerais, os réus negaram todas as irregularidades. Barbosa, por exemplo, disse que não autorizou nem participou da licitação, "limitando-se a assinar o contrato com a Delmondes". O juiz rechaçou a alegação. Lembrou que o ex-prefeito, quando assinou o contrato, "tinha pleno conhecimento" de que o curso era ministrado por policiais e que estava em adiantada fase de execução, uma vez que esteve presente na aula inaugural do curso. O juiz também sublinhou o depoimento de Zanlorenci, o qual afirmou que "Barbosa centralizava as decisões a respeito da execução do contrato celebrado com a Delmondes". 

Por isso, concluiu o juiz, "a conduta do réu foi de intensa reprovabilidade". "Como prefeito, o requerido tinha o total domínio da situação, já que os demais demandados – inclusive os secretários de Gestão Pública e de Defesa Social – estavam submissos às suas ordens. Era-lhe exigível, assim, que, ciente de que o curso de treinamento da Guarda Municipal estava sendo ministrado pelos policiais, se recusasse a chancelar a contratação da Delmondes." 

O advogado de Barbosa neste processo, Edson Alves da Cruz, disse que não faria comentários porque desconhecia a decisão. O ex-prefeito não foi localizado em seu celular ontem à tarde. Os advogados Marília Breda (Cito), Vinícios Fernandes (Trindade) e Celso Tenório Araújo (Cleiton Dias e Delmondes) também disseram que não foram intimados. "Só vou me manifestar após conhecer a sentença. Se a ação foi julgada procedente, foi ao arrepio da lei e vou recorrer", comentou Araújo. Zanlorenci informou que não leu a sentença e que, por isso, preferia não comentar o assunto. Filiado ao PMN, Zanlorenci é hoje assessor da Câmara, nomeado pelo presidente Rony Alves (PTB) para trabalhar na Comissão de Segurança Pública presidida por Péricles Deliberador (PMN). À FOLHA, Rony disse que fará uma análise jurídica da situação de Zanlorenci e, em conjunto com os demais integrantes da Mesa Diretora da Câmara, decidirá se ele tem condições de permanecer no cargo. "Precisamos verificar se há condições jurídicas e políticas para que ele continue ocupando um cargo público." 

Penas
A todos os réus foi aplicada pena de suspensão de direitos políticos (a Barbosa de oito anos, a Zanlorenci de sete, a Cito de seis, a Trindade de cinco e a Dias de sete anos); ressarcimento dos cofres públicos em R$ 178,9 mil; pagamento de multa civil conforme a remuneração recebida a época dos fatos; e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais por cinco anos. As penas somente serão aplicadas a partir do trânsito em julgado da decisão, ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso. 

O juiz também entendeu que o comportamento dos réus causou dano moral coletivo e os condenou a pagar R$ 30 mil. "Não é preciso muito tirocínio para notar que, ao manchar as funções que lhes foram cometidas por investidura nos cargos que exerciam, os réus, em conjunto com os particulares, macularam de forma indelével a imagem do Executivo Municipal, colocando-o em descrédito perante toda a opinião pública", escreveu o magistrado.




Prefeito Roberto Cláudio vai abrir concurso para contratação de 1.113 vagas na Guarda Municipal



O prefeito Roberto Cláudio vai efetivar mais um compromisso de campanha: a contratação de 1.113 Guardas Municipais. Serão mil guardas, 92 agentes de defesa Civil e 21 agentes de segurança institucional. O salário será de R$ 2 mil. Hoje, o município tem uma folha de R$ 40 milhões com a Guarda e deve dobrar para R$ 80 milhões em 2014.


O titular da Secretaria de Segurança da Prefeitura de Fortaleza anunciou criação do Departamento de Segurança Escolar, a criação de uma Agência de Segurança Institucional (uma espécie de ABIN – Agencia de Inteligencia do município) e o Núcleo da PM dentro da sede da Guarda Municipal, no Rodolfo Teófilo. O secretário do Sindicato dos Guardas Municipais (Sindiguardas), já avisou que a entidade é contra.



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Aposentadoria especial para Guardas Municipais

Guardas Municipais poderam aposentar-se mais cedo






DECISÃO STF estende a funcionários públicos direito à aposentadoria especial, 10 anos antes, em caso de desempenho de atividades insalubres ou que coloquem a vida em risco

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a concessão do benefício de aposentadoria especial ao servidor público que ingressar na Justiça pleiteando o direito. Assim como acontece com os trabalhadores da iniciativa privada expostos a agentes nocivos à saúde ou a atividades que põem suas vidas em risco, os servidores municipais, estaduais e federais nessas condições poderão se aposentar 10 anos mais cedo.
O direito, na verdade, está previsto na Constituição Federal de 1988, em seu artigo de nº 40. No entanto, espera até hoje uma regulamentação por parte do Congresso Nacional. A lentidão dos legisladores obrigou a ministra Carmen Lúcia a editar o acórdão de nº 4842.
"O servidor, se receber uma recusa do órgão em lhe conceder o direito, pode ingressar na Justiça com o chamado mandado de injunção e ter o benefício concedido. O STF criou a jurisprudência em favor do servidor", resume o advogado previdenciário Rômulo Saraiva.
Estão enquadradas entre as profissões aptas a pleitear pelo benefício médicos, dentistas, auxiliares de enfermagem, engenheiros, guardas municipais, policiais (civil, militar, federal, rodoviário), operadores de raio-x e químicos. E também todos aqueles que trabalham com agentes nocivos (ruído, calor, fungos, radiação ionizante, frio, eletricidade, combustível, etc).
"É preciso, no entanto, estar munido de provas. Muitas vezes, há uma gratificação por insalubridade. Nesses casos, o contracheque deve ser guardado. Ou ainda prontuários médicos que atestem doenças provocadas pela atividade", complementa Saraiva. Há situações, entretanto, em que o direito não se aplica. Um médico que atue estritamente em áreas administrativas não tem. Já um plantonista ou cirurgião possui.
Em tese, pode ser solicitado à administração pública um Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), formulário que destrincha a atividade e todos os riscos envolvidos nela. "Mas como o histórico de 25 anos é de não haver um monitoramento biológico, por exemplo, os órgãos públicos simplesmente podem não dispor de elementos para elaboração do PPP", salienta o advogado.
Diferentemente dos trabalhadores da iniciativa privada, o ganho econômico não é direto com a redução de 10 anos de contribuição. Mas o fato de isentar o servidor de uma década de salário descontado, recebendo aposentadoria e podendo atuar em outra área ou abrir um negócio próprio mostra que há fortes vantagens financeiras indiretas.



GUARDA MUNICIPAL DE LONDRINA PRENDE SUPOSTO TRAFICO DE DROGAS NA CONCHA ACÚSTICA


Nesta tarde às 15:00 guardas municipais em patrulhamento pela concha acústica em Londrina abordaram três jovens e lograram exito na busca pessoal a um dos jovens, encontrando 23 papelotes de substancia análoga a "maconha" embrulhadas em papel alumínio.  Tratava-se de Lucas C,Coelho 19 anos que apesar de portar considerável quantia de entorpecente e ainda contar com dinheiro trocado, consubstanciando o possível trafico de drogas, foi porém classificado como usuário de drogas no 1º DP, sendo lavrado termo circunstanciado contra o mesmo que minutos depois já encontrava-se na concha acústica novamente. Contudo, mesmo com leis que beneficiam estes meliantes a Guarda Municipal de Londrina não ira se eximir de sua contribuição na segurança pública, proporcionando ao cidadão londrinense um ambiente mais tranquilo e seguro.




Porque somos corajosos, honrados, confiáveis e dedicados a fazer oque é certo!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Guarda Municipal de Cotia da Exemplo de honestidade e bom trabalho

 


Três homens foram presos por tráfico de drogas e corrupção ativa, em Cotia, na Grande São Paulo. Um dos criminosos chegou a oferecer R$ 5 mil de propina aos Guardas Civis Municipais, que fingiram aceitar. 


Dois bandidos, então, ligaram para uma terceira pessoa. Eles combinaram um encontro com um homem, no mesmo bairro, para que ele entregasse metade do dinheiro. Assim que um suspeito chegou, com os R$ 2,5 mil combinados, os agentes o prenderam em flagrante. 


Os traficantes foram flagrados com dinheiro e cocaína. Os três criminosos foram levados para a delegacia.


OBS: Para aqueles que ainda ficam debatendo se gcm pode ou não, estes argumentos a cada dia cai por terra,devido a varias decisões do STF e STJ, que validam as prisões efetuadas pelos agentes municipais. Muitas cidades são eles quem tomam conta da segurança e possuem efetivo maior que o da Pm. Assim temos que cada vez mais, nos unir contra o crime. A parte teórica, e o debate disso só beneficia os bandidos que nãos distinguem cor de farda e atiram do mesmo jeito.